Um poema do Dr. Alvaro Assunção, mestre da declamação, mas também poeta!

Velho? Não!

Não. Eu nunca serei um velho
Por tudo aquilo que sinto
E, quando me vejo ao espelho
Ele diz-me que não minto!

Podem dizer: que vaidoso…
Natural, a idade avança.
Acontece …quando o idoso,
Se torna outra vez criança!

Não, não é gabarolice
É forte disposição…
Pois não pode haver velhice
Quando há paz no coração!

Vou saboreando este gosto
Serenamente, com calma
Conservando no meu rosto
Esta paz que me vai na alma!

E, quando a vida estiver finda
Já dentro do meu caixão
Eu direi, sempre, sempre e ainda:
Morto? Sim, mas velho, não!!!
Álvaro Assunção

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